"Linda e a Segurança do Trabalho" - Projeto em conjunto com o Técnico em Segurança do Trabalho SENAC/2018 - Dramaturgia e Atuação - A compreensão das técnicas de Bertold Brecht e Constantin Stanislavski, neste cênico trouxe aos presentes uma história em que a protagonista (Laís Carneluti) é conduzida ao pico do stress e suas consequências por vezes são fatais.
Estudo de Iluminação, efeitos de contra-luz, luz cruzada, foco e sombras. Nestes exercícios ficou caracterizado até mesmo as tendências de iluminação e movimentos artísticos como o expressionismo. A luz em um ambiente sempre será algo que relativiza a cena e atrai os olhares para o que queremos mostrar e a cor predominante sempre altera o clima da cena.
"Contexto SobPeles" - Um projeto envolvendo as partituras corporais baseados nos estudos de Engenio Barba, Rudolf Laban e Jerzy Grotowski onde cada qual explora maneiras diferentes de expressão. Em "ConTexto SobPeles" é compreendido a contenção e liberação de energia (o corpo como "usina"), corêutica e fluxograma, teatro do pobre, o corpo que fala e a decupagem (divisão) do movimento.
Projeto para Vídeo: "Liberdade Liberdade", adaptação do texto de Millôr Fernandes e Flávio Rangel onde os personagens desencadeiam dois jogadores de xadrez, no tabuleiro não apenas eles mesmos mas todo o reflexo de uma sociedade que se degrada aos poucos e aos montes. Ao fundo, como o chiado incessante da TV a poesia que o texto remete, em musica falada.
(na última foto, a turma que se empenhou muito no exercício e os docentes Jorge Okada e Guilherme Bonini, o qual tive o grande prazer de trabalhar no documentário citado neste portfólio "Memórias da EFA" e dividir grandes experiências e fotografias).
1. Estudo de sombras e deformações causadas pela difusão da luz em meio aos tons claros e escuros das camadas de maquiagem. 2. Envelhecimento. 3. Felinos.
Processo conceitual de maquiagens artísticas baseado nos pintores renascentistas Bellini e El Grecco. Trouxemos a paleta de cores baseada no artista Francis Bacon e trabalhamos com a ideia do Chiaroscuro vinda de Rembrandt e Caravaggio.
Projeto para palco: "Liberdade Liberdade", adaptação do texto homônimo de Millôr Fernandes e Flávio Rangel - Dramaturgia adaptada e Atuação - Neste texto o grupo quis mostrar na maquiagem a personalidade de cada personagem trazendo ao corpo e a voz uma ideia cômica sobre o mundo atual retornando ao experimento em vídeo supracitado em que neste conceito utópico, somos todos apenas peças de xadrez e um imenso tabuleiro. A trama se desenrola com a liberdade de imprensa sendo esmagada pelos poderosos ao passo que o rei é deposto e o povo unido vence o tirano que mais cedo teria seu poder enfraquecido.
Performance no CR Feminino de Araraquara durante o Desfile de Primavera/2019. Durante a cena utilizamos ainda dos métodos de Laban, Barba, Grotowski e Artaud para encenar a trajetória de uma mulher comum durante a vida. A proposta da cena foi de acalantar os corações e enchê-los de esperança, Mostrar como o debate sobre o feminismo e empoderamento feminino é necessário nos dias de hoje. Com muita sutileza a cena foi apresentada, já que era um dia de celebração e festa.

Como processo de conclusão de curso, apresentamos a peça "Homens de Papel", uma adaptação baseada no texto homonimo de Plínio Marcos. Tive o prazer de realizar com a 12a turma do Técnico em Teatro da Escola SENAC este experimento cênico e contracenar com pessoas maravilhosas que encerraram comigo este ciclo. Em cena, método Stanislavski a todo o vapor ao encenar o Berrão, um vilão cru, implacável e que como todos os catadores de papel também precisa garantir seu sustento e para isso ele acaba por se corromper pelo poder que um revolver o garante até que a cena muda de figura quando Nhanha (Fernanda Donato) chega no local.
Berrão é um vilão complicado de se explicar, ele lembra muito a nossa justiça, a balança que não mente, as provas forjadas para favorecer os que pagam mais, o poder pela força e a desigualdade que impera. Na cena final adaptada ele acaba morto pelos catadores, diferente da cena original que ele dá o dinheiro para o enterro de Gá e tudo volta ao normal, Berrão se mostra mais humano ao ter compaixão ou mais perverso ao ceder para tomar o controle novamente? Ao mesmo tempo que na cena adaptada o final é modificado e ele é morto por não tratar em momento algum com compaixão.




























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